"Havia uma polonesa, que seu nome já não importa, aliás, nada mais importava. Ao se deparar sem família, amigos, ou olhares para trocas comunicativas, sua esperança de uma vida melhor está na morte. Porque todos nós sabemos que é no fim onde tudo se acaba. Seu maior conflito então era saber se deveria ou não desejar o fim, e que fins ele traria.
Presa em repetições bombardeadas em seu coração, uma faca lhe encravava o peito certa para partir o real da liberdade, onde o fim poderia, quem sabe, ser um início.
Mas não havia nada, e ao retirar do seu coração o sentimento, com o sangue escorrendo, ali também ia a esperança... ali também ia a vida.
E com quatro pausas, ali tudo finalmente acabava."
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