vai lá, ou melhor, venha,
pode me chamar de covarde.
Mas, infelizmente, estou indo.
Espero virar as costas, seguir meu caminho.
E quem sabe um dia, conseguirei fechar os olhos e não te ver.
Tomei minha decisão,
cada dia morrerei mais.
Estou me despedindo, sem ao menos te ter.
Dizendo adeus.
Não existe paixão sem dor, eu sei.
Suporto a dor,
pode dizer que não tive coragem,
mas não suporto a saudade.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Mesmo sabendo que não devo,
que não é me dado o direito,
mesmo sem pedir, nem responder.
Mesmo que doa e que queime,
até mesmo sozinha...
Sem o céu, nem o chão,
sem o tempo, nem o espaço,
de perto ou de longe.
Tão distante.
Mesmo corroendo, consciente ou inconsciente.
Até mesmo lidando, até mesmo vivendo
sem pés, sem direção,
sem caminho, sem destino...
Mesmo distante,
tão longe.
Mesmo errante,
errando,
e pecando nenhum erro,
nenhuma obrigação.
Eu amo,
até mesmo morrendo.
que não é me dado o direito,
mesmo sem pedir, nem responder.
Mesmo que doa e que queime,
até mesmo sozinha...
Sem o céu, nem o chão,
sem o tempo, nem o espaço,
de perto ou de longe.
Tão distante.
Mesmo corroendo, consciente ou inconsciente.
Até mesmo lidando, até mesmo vivendo
sem pés, sem direção,
sem caminho, sem destino...
Mesmo distante,
tão longe.
Mesmo errante,
errando,
e pecando nenhum erro,
nenhuma obrigação.
Eu amo,
até mesmo morrendo.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
ah, Passado
por que me persegue? Que mal lhe fiz para me assombrar?
Vá-te, esqueça-me, e me deixe ser livre.
Ensina-me a te esquecer
Ou pelo menos a superar, aprender.
Mas não me assombre.
Não roube meu sono.
Não cultive meus arrependimentos,
Eles crescem como praga em plantações.
Destroem tudo.
Poderei eu, um dia, plantar novas sementes?
Colherei flores?
Ah, Passado... Não sejas meu fantasma.
Morto estás.
Deita-te no seu caixão quieto, escuro.
Que prazer tens de trazer tanta dor?
Tantas indecisões?
Tantas perguntas que nunca terão respostas?
Tanto sofrimento?
Ah, Passado... Teu hino horroroso, o silêncio.
Liberta-me das tuas maldições.
Mata-me, mas não domine meu futuro.
Vá-te, esqueça-me, e me deixe ser livre.
Ensina-me a te esquecer
Ou pelo menos a superar, aprender.
Mas não me assombre.
Não roube meu sono.
Não cultive meus arrependimentos,
Eles crescem como praga em plantações.
Destroem tudo.
Poderei eu, um dia, plantar novas sementes?
Colherei flores?
Ah, Passado... Não sejas meu fantasma.
Morto estás.
Deita-te no seu caixão quieto, escuro.
Que prazer tens de trazer tanta dor?
Tantas indecisões?
Tantas perguntas que nunca terão respostas?
Tanto sofrimento?
Ah, Passado... Teu hino horroroso, o silêncio.
Liberta-me das tuas maldições.
Mata-me, mas não domine meu futuro.
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